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Mostrando postagens de junho, 2026

"Tirai a pedra": O que Jesus Espera de Nós Diante do Impossível

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  Imagem gerada por Google AI, 2026. Marcelo Victor R. Nascimento O episódio da ressurreição de Lázaro ( João 11:1-45 ) vai muito além de um fato histórico ou de um milagre sobre a morte física. Ele funciona como uma verdadeira escola sobre como lidar com as crises, as expectativas frustradas e o silêncio de Deus no século XXI. Em um mundo marcado pela pressa e pelo esgotamento emocional, as lições dessa passagem são o remédio exato para o nosso coração. Veja a síntese de quatro lições essenciais para os dias de hoje: 1. O Tempo de Deus Não Segue a Nossa Urgência Vivemos na era do imediatismo, onde queremos respostas rápidas para tudo. Mas o agir de Deus segue outra lógica. Ao saber da doença de seu amigo, Jesus não correu; pelo contrário, o texto relata: “Ouviu, pois, que estava enfermo, ficou ainda dois dias no lugar onde estava” (João 11:6). Para hoje:  o atraso de Deus não é abandono. Ele muitas vezes permite que uma situação chegue ao limite humano para que o...

O Deserto Não Atrasa: Ele Prepara Para Abraçar as Promessas

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  Fonte: Receitas Dicas e Muito Mais (facebook). Marcelo Victor R. Nascimento Você já teve a sensação de que a sua vida — ou até mesmo a caminhada da igreja — entrou em uma espécie de "sala de espera"? Aquele momento em que as promessas parecem distantes, as portas se fecham e tudo ao redor assume um tom árido, silencioso e difícil. É o que costumamos chamar de deserto . Nesses períodos, o primeiro pensamento que nos assalta é: “Estou perdendo tempo. Estou atrasado” . No entanto, a perspectiva divina sobre o deserto é completamente diferente da nossa. Em Êxodo 13:17 , encontramos uma chave poderosa para entender esse processo: " E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que era mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito. " Deus escolheu deliberadamente o caminho mais longo. Não para atrasar o povo, mas para protegê-los e prepará-...

Quem é o "Discípulo a Quem Jesus Amava"?

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  Imagem gerada por Google AI, 2026. Marcelo Victor R. Nascimento O quarto Evangelho guarda um dos mistérios literários mais fascinantes da história bíblica: a identidade do " discípulo a quem Jesus amava " (João 21:20).  O Professor e Mestre em Teologia Lucas Banzoli no  seguinte vídeo sugere que tal discípulo era Tiago, irmão de Jesus.  Clique no vídeo e confira os argumentos do autor. Longe de se tratar de arrogância ou falta de modéstia, intitular-se dessa forma (" discípulo a quem Jesus amava ") reflete uma grande demonstração de humildade.  Afinal, somente a própria pessoa pode dizer com plena certeza que Deus a ama, pois foi ela quem viveu as experiências íntimas e pessoais que comprovam esse amor.  Nós simplesmente não temos a capacidade de falar de outra pessoa com a mesma profundidade e convicção com que falamos de nós mesmos. Portanto, ao escolher ocultar o seu próprio nome sob o doce título de "o Discípulo amado" , o escritor não buscou exaltaç...

A "Língua dos Anjos"!!!

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  Imagem gerada por Google AI, 2026. Marcelo Victor R. Nascimento As Escrituras Sagradas deixam claro que o ambiente celestial não é um lugar de silêncio, mas de intensa atividade verbal, decretos e adoração. A existência de uma comunicação real, falada e audível no céu é fundamentada em diversas passagens bíblicas, o que confere à " língua dos anjos " uma base muito mais literal do que puramente figurada. Abaixo, a análise foi expandida e aprofundada para integrar essa importante realidade bíblica: 1. A Realidade da Assembleia Celestial e a Linguagem Real A ideia de que existe uma língua real falada no céu ganha força quando olhamos para os relatos bíblicos das reuniões do conselho ou assembleia divina. Os seres celestiais não apenas pensam; eles emitem palavras, dialogam e respondem a Deus de forma direta e estruturada. ·   O Relato de Micaías (1 Reis 22:19-22):  o profeta tem uma visão da assembleia no céu e relata: “Vi o Senhor assentado no seu trono, e ...

O Cristão e a Festa Junina

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  Imagem gerada por Google AI, 2026. Marcelo Victor R. Nascimento A relação entre a Festa Junina e o cristianismo é um tema que gera debates profundos, especialmente no Brasil. Para entender se a festa é aprovada ou não sob uma perspectiva cristã, precisamos olhar para as duas camadas que compõem essa celebração: a histórica/cultural e a espiritual. Aqui está uma análise equilibrada e bíblica sobre o assunto: 1. As Origens da Festa: O Casamento entre o Paganismo e o Catolicismo Historicamente, a Festa Junina não nasceu no cristianismo. A Origem Pagã:  antes do cristianismo chegar à Europa, os povos pagãos (como os celtas e os romanos) realizavam grandes festas no mês de junho para celebrar o solstício de verão (o dia mais longo do ano no hemisfério norte). Eles acendiam fogueiras e faziam rituais para agradecer aos deuses da fertilidade pelas colheitas e para afastar os maus espíritos da agricultura. A "Cristianização" pela Igreja Católica:  a partir do séc...

A dignididade do cristão genuíno tem nome: chama-se Jesus Cristo

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Imagem gerada por Google AI, 2026.   Marcelo Victor R. Nascimento Existe uma ilusão sutil e perigosa que frequentemente se aloja no coração dos crentes: a ideia de que, após a conversão, nós passamos a merecer algo da parte de Deus. Começamos a acreditar que nossas orações são respondidas porque jejuamos, porque lemos a Bíblia ou porque alcançamos um "nível superior" de santidade. Mas a verdade nua e crua das Escrituras desmorona o orgulho religioso. Mesmo depois de genuinamente convertidos, nós continuamos completamente indignos de entrar na presença de Deus. Se achamos que merecemos qualquer coisa da Sua parte por nossos próprios méritos, ainda não compreendemos a profundidade do Evangelho. 1 - A Realidade da Nossa Carne: Ainda Somos Maus O novo nascimento transforma o nosso espírito, mas a nossa carne continua inclinada ao erro.  O apóstolo João retratou essa dura realidade com as seguintes palavras: “ Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos no...